Ao olhar de longe para a Burj Khalifa, o maior edificio do mundo, penso em como é enengraçado o facto de um país (uma cidade, um emirado - o que lhe queiram chamar!) tão diferente e tão distante ter passado de repente a ser o meu "a meio-caminho de casa".
O Dubai. Que nem sequer é bem um país. É um poço de petróleo gigante que transformou um deserto (ou parte dele) numa metrópole surreal a que é impossível ficar indiferente.
Onde nada é natural, onde tudo foi criado pela mente e o engenho humanos, nas proporções o mais gigantescas e futuristas possível. Onde mulheres de burka e homens de longas túnicas brancas convivem distraidamente com asiáticos ou europeus que, apesar de não poderem mostrar as pernas ou dar sequer um beijo em público, anseiam também cegamente por um pedaço deste consumismo desenfreado, tax free.
Eu cá vou comendo tâmaras e assistindo.

1 comentários:
E deve ser um belo espectáculo!
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